O combate à violência no ambiente escolar está em debate no Fórum desta semana. É possível tornar o ambiente escolar totalmente seguro?
Exibições: Inédito: 08/02, às 12h30.
Reapresentações: 10/02, às 11h30; 11/02, às 09h30; 12/02, às 11h; e 13/02, às 1
Depois da reprises, vocês podem pegar o link do programa no site da TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/index/ver-detalhe-programa/idPrograma/212882

Posted by admin On Fevereiro - 10 - 2014 noticias

Paliativo é tudo aquilo que de maneira nada eficiente e eficaz, queira resolver situações para as quais não possua as devidas qualificações. Ao se falar de segurança escolar, logo aparecem uma gama impressionante de informações, bem como, de “profissionais” que se auto-intitulam especialistas, que no mínimo querem se fazer passar por tal, desta forma, assim que se questiona a respeito surgem de todos os lados, sem nenhum Know how, muitas falas descompromissadas a respeito, apoiando-se apenas em conclusões pessoais  sobre o tema.

O primeiro item paliativo que eu gostaria de mencionar a respeito de segurança escolar, é sobre  a capacitação dos profissionais que se aventuram neste tema, geralmente é um indivíduo que possui algum conhecimento teórico a respeito de pedagogia, mas que, não possui nenhuma ou insuficiente experiência prática de segurança e tão pouco sobre seu conteúdo teórico, ouvir ou entregar sua instituição a quem não possua totais qualificações para tal, será um lastimável engano, pois, de alguma forma este ” profissional”  lhe trará danos e pejuízos que nem sempre poderão ser reparados, não a curto prazo.

O segundo elemento a comentar, é o uso de equipamentos eletrônicos na segurança escolar, muitas instituições de ensino, principalmente a privada que possui maiores recursos, tendem a  pela sua falta de conhecimento do assunto adquirir equipamentos que nem sempre irão eficazmente solucionar as necessidades de sua instituição, gerando-lhe gastos de investimentos inadequados e ineficientes.

O terceiro item a comentar é sobre a falha da segurança, normalmente a segurança começa a falhar quando há a falta de planejamento e coordenação entre os seguranças e demais membros da comunidade escolar. É fatal que a segurança venha a falhar em várias ocasiões quando seu serviço não é entendido pelos demais membros, segurança isolada não funciona, é necessário o consenso geral a respeito e que exista um mínimo de regras formuladas em conjunto visando a segurança mútua.

O quarto item é sobre o cumprimento legal e portanto ético da instituição, e seus funcionários quanto ao cumprimento integral da legislação pertinente vigente em nosso país. Acontece, que a maioria dos educadores e “seguranças escolares” desconhecem suas obrigações diante o tema, é de se preocupar que pessoas as quais, se responsabilizam por educar crianças que são entregues aos seus cuidados, pouco ou quase nada entendam das questões legais, e não é surpresa que muitos atos desastrosos estejam promovendo o relaxamento da ética nos ambientes escolares, o que de forma alguma, inocenta os tais de negligência quando esta evolui a danos físicos nas crianças e adolescentes, gerando inúmeros ajuizamentos de ações contra suas entidades, quando não a suas pessoas. São danos pessoais e materiais, perdas diversas, prejuízos pessoais, materiais e morais de ambos os lados, além da distorção do momento pedagógico que deveria ser para a transmissão e recepção dos conteúdos, o que não corrobora em nada para o benefício da educação brasileira.

Posted by admin On outubro - 26 - 2011 noticias

Propomos uma consultoria comprometida com a excelência da segurança de todo o ambiente escolar e seus membros, para tanto, aplicamos o  Know How desenvolvido em anos de prática na Segurança Pública Federal, Distrital, Particular e específica em  escola, aliados à pedagogia.

Após visita prévia quando analisamos a situação específica da instituição, com todo critério propomos o seu projeto de segurança personalizado a ser desenvolvido.

Uma vez aprovado e efetivada nossa contratação damos procedimento à execução do mesmo que é composto de:

  • Visita prévia à instituição com coleta de dados;
  • Análise do esquema de segurança pré-  existente;
  • Projeto de adequação ou desenvolvimento personalizado de segurança para a escola;
  • Envolvimento e conscientização por meio de reuniões e/ou palestras com os diretores, docentes, discentes, demais funcionários e pais, quanto a importância e  promoção da segurança escolar;
  • Treinamento para as diretorias, corpo docente, coordenadorias, discentes  educacionais e demais funcionários;
  • Curso de aperfeiçoamento para o segurança atuar em escolas;
  • Manual  de ações preventivas e corretivas  para lidar com  as mais variadas situações problemas  nos ambientes escolares;
  • Assistência por 06 (seis) meses, via email, a partir do término da execução do projeto, para sanear possíveis dúvidas pertinentes;
  • Em até 01 (um) ano após a conclusão de implantação do projeto, 01 (uma) visita surpresa (a critério do contratado), para averiguação do atendimento aos procedimentos.

Para maiores informações, as escolas  interessados deverão entrar em contato via os seguintes emails:

caro_415@hotmail.com ou carlos@segurancaescolar.com.br 

Att,

Carlos Alberto Reis de Oliveira

Pedagogo/ Psicopedagogo

Consultor de Segurança Escolar

Posted by admin On Abril - 19 - 2011 noticias

A legal promoção do uso de segurança nas escolas brasileiras, tem sido uma salutar experiência para as poucas instituições que se dispuseram a investir na evolução da educação de seu estabelecimento. Com esta mentalidade, diga-se, atualizada, proprietários de escolas e seus pedagogos vêm dia a dia desfrutando dos benefícios de possuir um corpo de seguranças com o qual compartilham os objetivos das instituições e com as agradáveis parabenizações dos pais, que vêem seus filhos mais seguros e por isso mesmo, mais dispostos à convivência no ambiente escolar e a partir dele em todos os demais ambientes de convivência que possuem, no qual dispensam grande parte do seu dia útil, e por isso mesmo, nele se dá a maior parcela do desenvolvimento do seu carater.

O crecente e atualmente inevitável  crescimento dos índices de violência nas escolas, por sí só, é capaz de desencadear coletivamente a preocupação de seus usuários. Diante a efetivação e constância de fatos mais graves, só dispersam ainda mais e a velocidades mais elevadas a disseminação involuntária, automática da instabilidade em que se encontra hoje a educação nacional. A instabilidade a que me refiro não é formada apenas da inexistência do cumprimento das Leis que regem a respeito da segurança daqueles que por serem menores de idade, e por isso, identificados legalmente como hiposuficientes, uma vez nas dependências de qualquer instituição se encontram sob a custódia dela própria e daquele que a administra.

A simples existência de Leis como a que compõe o ECA-  Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei No 8.069, de 13 de julho de 1990, de acordo com as alterações dadas pela Lei No 8.242, de 12 outubro de 1991. expõem sobre tudo a inconsistente política pública e de educação, que não se impõe com decoro a altura que suas atividades são destinadas a desempenhar, economizando recursos ao cumprimento compulsório de Leis a que deveriam estar sujeitos. A inexistência de efetivas atividades curriculares que promovam a substancialização do curriculo de formação dos educadores no trato do tema em questão , e por último, de uma política educacional que esteja de fato voltada a envolver-se na formação do caráter do educando e não apenas de sua capacidade de absorver conteúdos programáticos.

Os indivíduos em formação, ainda nos jardins de infância, exatamente por possuir as idades mais tenras, são por sí só, seres completamente dependentes de estímulos sócio-culturais, que irão pouco a pouco formando sua consciência ética e moral.

Livro: Como Conviver Com a Violência – 1998 – Ribeiro, Lair – Editora Moderna. Pg 143 – ” Desde cedo os pais devem ter a preocupação de ensinar aos filhos questões relativas à segurança, tanto dentro como fora de casa. Na verdade esta conscientização sobre o tema Segurança, desde a infância, fará com que seu filho cresça sabendo quais atitudes, condutas e cuidados que deve ter diante de uma situação de perigo”.

Livro: Reflexões Pedagógicas – V- Salvemos o Homem, Artur Alonso, S. J. –Ed.Loyola, 1986. Pg 124- “A maior vítima desta desumanização serão sempre os jovens. São eles, naturalmente inclinados pela inexperiência própria da idade e pelo desconhecimento da história, a aceitar o papel exaltante que – com mal disfarçada hipocrisia, em geral – dando largas a uma “ilimitada liberdade” – poderão transformar-se em fautos do futuro, sem qualquer compromisso com o passado, e sem necessidade de sacrificar seus gostos , no presente”.

Livro: Sociedade e Consciência – Um Estudo Piagetiano na Favela e na Escola, Bárbara Freitag, Ed. Cortez e Autores Associados, 1984. Pg.47- “Com os seus estudos sobre desenvolvimento moral, Piaget elaborou novo modelo de gênese das estruturas da consciência infantil. Não se trata aqui de formas meramente lógicas do pensamento, mas da percepção, aceitação, rejeição, e do julgamento de situações sociais reguladas por normas e valores. No julgamento moral, o estágio de consciência atingido se expressa de forma unívoca. ….A inserção da criança em seu contexto social não é inicialmente, percebida (egocentrismo). A percepção cada vez mais nítida desse contexto, inclusive da posição que ela ocupa dentro do mesmo, é resultado de um processo de conscientização constante (descentralização)”.

A criança , com a idade de 4 a 5 anos, encontra-se no estágio pré-moral (que consiste o egocentrismo infantil, ou seja, incapacidade de discriminar entres o seu ponto de vista e o dos outros, e a tendência a projetar no mundo exterior seus impulsos e desejos). Neste estágio, ela desconhece regras.

Este material é parte da monografia de pós -graduação deste, no curso de Docência do Ensino Superior, 2010, sob o tema: “Violência Escolar – Um Conteúdo Necessário ao Curriculum de Formação do Educador”.

Carlos Alberto Reis de Oliveira

Pg. 48- De entre 5 e 8 anos a criança entra no estágio da moralidade heterônoma, onde os deveres são vistos como esternos, impostos coercitivamente, e não como obrigações elaboradas pela consciência. O bem é definido como o cumprimento do dever, as ordens e regras devem ser cumpridas ao pé da letra .

Entre 8 e 10 anos, começa o estágio de transição entre a moralidade heterônoma e a moralidade autônoma, ou seja no estágio da semi-autonomia, a criança deixa de obedecer rigidamente às ordens, proibições e regras impostas pelos adultos e passa a observá-las segundo a situação específica, respeitando-as de modo geral e interpretando-as de forma própria e original. Manifesta-se na criança uma capacidade de generalização e diferenciação entre deveres, as regras e as ordens, mas Ela ainda os percebe como impostos de fora, e não como o resultado de uma elaboração própria.

A partir dos 10 aos 12 anos, inicia-se a moralidade autônoma, com o reconhecimento na reciprocidade um elemento da autonomia. A veracidade se torna requisito para o respeito e a simpatia mútuas. A necessidade da moral decorre da relação com o outro. As características mais marcante deste estágio são as seguintes: 1- Os deveres, as regras e as prescrições somente são cumpridos quando percebidos e avaliados como necessários e significativos. 2- O cumprimento do dever é relativizado, ganhando prioridade sua interpretação subjetiva. 3- A responsabilidade pelos atos é julgada pela intenção, negligenciando-se suas conseqüências objetivas.

Posted by admin On Abril - 8 - 2011 noticias

Quando se fala de segurança, temos de atentar pra o seguinte detalhe, o termos segurança em si, não cria uma redoma de impossibilidade de sofrer algum tipo de situação, mas de, preventiva e antecipadamente acercar-se de todas as condições possíveis para desestimular ou anular a ação de qualquer intento a vir efetivar-se e se institua a violência no ambiente a ser preservado, ou seja, por mais que estejam treinados, e equipados, a segurança não é, e nunca deve ser considerada infalível, a ex.; temos os atentados no passado ao Papa e ao Presidente dos Estados Unidos.

Não existe mágica para se deixar qualquer instituição de ensino segura, temos de ante-mãos nos conscientizar que é um processo. Claro que este processo vai exigir diferentes etapas a serem efetivadas e cada uma delas é essencialmente específica à realidade de cada complexo escolar, indepentemente de ser pública ou privada.

A primeira etapa querer a mudança de mentalidade nos casos de escolas particulares dos proprietários das instituições de ensino e do estado no caso das escolas públicas, quando estes deverão assumir suas completas responsabilidades quanto à educação e responsabilidades, que deverão estar acompanhados da vontade em querer investir na solução do problema e não somente em camuflá-lo.

Um segundo passo, apesar de caráter emergencial/ imediatista, por depender da eficácia do primeiro passo, é a estruturação do corpo de seguranças das instituições educacionais, com pessoal oficial e especificamente treinado a lidar com segurança em escolas, por pessoa que realmente possua currículo pedagógico e também possua experiência em segurança pública, bem como, e extremamente importante, ter sido segurança em uma instuituição de ensino. Tal corpo de segurança uma vez treinado e oficializado nos órgãos competentes, carecerá de estar adequadamente suprido de todos os equipamentos disponíveis, para um convincente atuar.

 Um terceiro passo para que possamos obter uma segurança confiável em nossa escola é sabermos identificar as carência locais, que se diferenciam  de instituição para instituição, e partir delas trabalhar a conscientização geral dos membros do ambiente escolar, sejam: docentes, dicentes, funcionários diversos, pais e comunidade circunvizinha.

O quarto passo e mais lento, é o processo pelo qual deverá passar por reestruturação os currículos de formação dos educadores, com a inclusão de responsabilidades a respeito da segurança das instituições de ensino, quando os pedagogos deverão aprender a lidar com situações inusitadas de insegurança em sua instituição de ensino, o que denderá das políticas educacionais ser aprimoradas pelo MEC e respectivas secretarias de ensino.

O quinto passo deverá ocorrer simultaneamente ao quarto, sendo dirigido ao curriculo de formação do educando, com estímulos a conduzir a criança, desde a pré-escola, a estar consciente de sua função presente e futura na sociedade, o que irá requerer que este pequeno aprendiz, esteja preocupado em zelar pelo social, como com seu bem estar próprio.

E por último, o sexto passo, não esquecer de manter o constante contato com os batalhões escolares, e com eles, perpetuar uma agradável parceria de cumplicidade no trato da manutenção da segurança nas escolas.

Posted by admin On Abril - 8 - 2011 noticias

Foi muito gratificante a participação na mesa redonda do Seminário – PEDAGOGIA ALÉM DO AMBIENTE ESCOLAR: Desafios e perspectivas, Promovido pelas instituições G.A.T.E (Gestão , Assessoria e Treinamento Empresarial); UniMSB (Centro Universitário Moacyr Sreder Bastos; SJT (Faculdade São Judas Tadeu) e o Centro Cultural Anglo Americano, na Brarra da tijuca/RJ.

Na oportunidade pudemos demonstrar o quanto é importante o aperfeiçoamento continuado do educador, como forma de estar apto a suprir a demanda educacional que a humanidade e as empresas carecem por motivos óbvios da constante evolução que a humanidade sofre.

Foi impressionante estar diante de inúmeros profissionais de educação que carecem em suas unidades educacionais de maiores cuidados em segurança escolar, abriu-se uma porta para que juntamente a pedagogia e a segurança possam estar de fato trabalhando lado a lado.

Foi um prazer colaborar com tantas escolas alí representadas pelos seus diretores, e poder colaborar com um pequena parcela de informações a respeito de segurança escolar, a entidades do ensino público e privado presentes.

Posted by admin On Abril - 8 - 2011 noticias

Cinco ações para aumentar a segurança nas escolas

Ao invés de grades, cadeados e câmeras, medidas como a criação de um fórum para discutir o tema e parcerias com outras instituições ajudam a prevenir delitos com mais eficácia.

A preocupação com a vulnerabilidade das crianças e dos jovens na escola sempre tirou o sono de pais e gestores. Seja nas unidades localizadas no que os especialistas chamam de áreas de risco (veja reportagem sobre o tema), seja em escolas situadas em bairros considerados seguros, há sempre o temor de furtos, danos ao patrimônio e abordagem dos alunos por traficantes. Um gestor que quer evitar surpresas pode ter a ideia de colocar grades e cadeados em todas as salas e instalar câmeras de segurança. Contudo, apesar de essas medidas darem a sensação de proteção e serem importantes em alguns casos, se tomadas isoladamente tornam a escola refém do próprio entorno.
É importante envolver a equipe e a comunidade em um debate permanente sobre o assunto e criar um grupo representativo de todos os públicos da escola para mapear os pontos mais frágeis e discutir as possíveis soluções em conjunto. Paralelamente, pequenas ações – como ter um porteiro atento, nos horários de entrada e saída dos alunos, abordar a violência nas reuniões de pais e promover palestras preventivas com as famílias – podem fazer a diferença. Conheça a seguir cinco pontos que contribuem para garantir a segurança nas escolas.

1. Criar um fórum de segurança

A primeira ação do gestor que quer agir preventivamente é fazer do tema um objeto permanente de discussão. Se a escola tiver um conselho atuante, o ideal é que ele também funcione como um fórum para debater essa questão ou que alguns membros sejam destacados para cuidar especificamente desse assunto.
Caso contrário, é possível convidar representantes dos diversos segmentos da comunidade escolar (direção, alunos, pais, funcionários, professores, vigilantes) e ainda um integrante do batalhão da Polícia Militar, responsável pela segurança da região, para formar um grupo, cuja função principal é pensar em ações educativas e melhorias na infraestrutura que garantam a segurança interna, bem como em projetos que promovam a cultura de paz.
É essa instância também que encaminhará as possíveis soluções aos problemas que aparecerem e manterá contato com os órgãos competentes – Ministério Público, Conselho Tutelar, organizações não governamentais (ONGs) e outras instituições – para que a escola tenha um canal de interlocução em que as queixas da comunidade em relação à segurança sejam colocadas e debatidas.

2. Elaborar um manual interno

Formado o fórum, é interessante investir na produção e na divulgação de um manual com as regras gerais da escola, o funcionamento das rotinas de segurança e um sumário com telefones úteis (delegacias próximas, assistência social e Vara da Infância e da Juventude).
Vale também incluir os trechos mais importantes do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os delitos mais comuns nas escolas são dano (vandalismo), pichação, porte de arma, uso e tráfico de entorpecentes, lesão corporal, embriaguez, ameaça, corrupção de menores, atentado ao pudor e estupro.

3. Montar uma estrutura preventiva

“Toda segurança tem de ser voltada para resguardar as pessoas e o patrimônio”, afirma Carlos Alberto Reis, pedagogo e consultor em segurança escolar. Para tanto, é essencial que o fórum sugira algumas medidas preventivas, como pedir a professores e funcionários que fiquem atentos aos fatos que fujam da rotina e gerem suspeita.
Na entrada da escola, o ideal é que fique sempre a mesma pessoa para que seja capaz de reconhecer os alunos. Em unidades maiores, vale pedir que todos usem crachá ou se identifiquem com a carteira de identidade ou de estudante. Entre os vigias, deve ser organizado um sistema de ronda para que um deles passe regularmente por áreas externas, corredores e locais visados, como o laboratório de informática.
Se preciso, é possível solicitar o reforço de funcionários de segurança à Secretaria de Educação. Quando discutida pelo conselho escolar ou pelo fórum de segurança, a instalação de câmeras de vigilância e alarmes é benéfica, desde que fiquem expostas e toda a comunidade tenha ciência de seu uso. A segurança deve ser encarada como um investimento, pois representa uma economia de custos, já que se evitam depredações e roubos e desgaste da instituição, aconselha Reis.

4. Estabelecer parcerias com outras instituições

É função dos gestores também colaborar e manter contato com as corporações policiais e outras instituições de segurança pública. Apresente os policiais responsáveis pela ronda na região da escola a alunos, funcionários e pais – eventualmente, e somente com a autorização do diretor, eles poderão realizar operações dentro e no entorno da escola.
As promotorias de Infância e Juventude dos Ministérios Públicos e os Conselhos Tutelares são parceiros na orientação e no encaminhamento de menores infratores. Para as Polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros, o gestor pode solicitar palestras e distribuição de materiais que abordem, por exemplo, a prevenção ao uso de drogas.
Por fim, a própria Secretaria de Educação pode ser acionada, quando necessário, para providenciar verbas para a construção de muros ou a compra de equipamentos de segurança e iluminação.

5. Registrar e conduzir casos de furto e vandalismo

Em alguns casos, atos de vandalismo e furtos são praticados por um ou mais alunos da escola. Quando isso acontece, os vigias não podem colocá-los em situações constrangedoras, ainda que sejam pegos em flagrante. “Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, os menores que cometem infração devem ser levados à direção sem violência nem estardalhaço e, depois, encaminhados preferencialmente para a delegacia de proteção à criança e ao adolescente”, afirma Carlos Alberto Reis.
É fundamental que os crimes e os atos infracionais que ocorram na unidade sejam registrados. “A polícia só pode investigar o que está em boletim de ocorrência. Muitos delitos que acontecem nas escolas ficam sem solução porque os gestores não denunciam”, diz Rubim Lemos.

Acesse também WWW.ne.org.br/gestão, e consulte manual básico de segurança escolar, pela SE- Segurança Escolar.

Quer saber mais?

CONTATO

Carlos Alberto Reis

Caro_415@hotmail.com

Posted by admin On outubro - 22 - 2010 noticias

A muito tempo diversos profissionais diferentes opinam na educação por falta de pedagogos realmente preparados e com vontade de assumir naturais problemas que a profissão apresenta, aqui está a proposta para que nós pedagogos assumamos plenamente o controle de nossas escolas, bem como, de nossas profissões, buscando aprimoramentos que nos qualifiquem a assumir o domínio de nossas instituições, o que irá mudar radicalmente nossa imagem, dando a ela o devido respeito e valorização, que se direciona até o momento, a tantas outras categorias de profissionais, que sem se esconderem atrás de outras profissões, buscam respostas por sí mesmos e assumem os riscos de suas profissões, o que os tornam fortes e respeitáveis.

Posted by admin On outubro - 26 - 2009 noticias