Quando se fala de segurança, temos de atentar pra o seguinte detalhe, o termos segurança em si, não cria uma redoma de impossibilidade de sofrer algum tipo de situação, mas de, preventiva e antecipadamente acercar-se de todas as condições possíveis para desestimular ou anular a ação de qualquer intento a vir efetivar-se e se institua a violência no ambiente a ser preservado, ou seja, por mais que estejam treinados, e equipados, a segurança não é, e nunca deve ser considerada infalível, a ex.; temos os atentados no passado ao Papa e ao Presidente dos Estados Unidos.

Não existe mágica para se deixar qualquer instituição de ensino segura, temos de ante-mãos nos conscientizar que é um processo. Claro que este processo vai exigir diferentes etapas a serem efetivadas e cada uma delas é essencialmente específica à realidade de cada complexo escolar, indepentemente de ser pública ou privada.

A primeira etapa querer a mudança de mentalidade nos casos de escolas particulares dos proprietários das instituições de ensino e do estado no caso das escolas públicas, quando estes deverão assumir suas completas responsabilidades quanto à educação e responsabilidades, que deverão estar acompanhados da vontade em querer investir na solução do problema e não somente em camuflá-lo.

Um segundo passo, apesar de caráter emergencial/ imediatista, por depender da eficácia do primeiro passo, é a estruturação do corpo de seguranças das instituições educacionais, com pessoal oficial e especificamente treinado a lidar com segurança em escolas, por pessoa que realmente possua currículo pedagógico e também possua experiência em segurança pública, bem como, e extremamente importante, ter sido segurança em uma instuituição de ensino. Tal corpo de segurança uma vez treinado e oficializado nos órgãos competentes, carecerá de estar adequadamente suprido de todos os equipamentos disponíveis, para um convincente atuar.

 Um terceiro passo para que possamos obter uma segurança confiável em nossa escola é sabermos identificar as carência locais, que se diferenciam  de instituição para instituição, e partir delas trabalhar a conscientização geral dos membros do ambiente escolar, sejam: docentes, dicentes, funcionários diversos, pais e comunidade circunvizinha.

O quarto passo e mais lento, é o processo pelo qual deverá passar por reestruturação os currículos de formação dos educadores, com a inclusão de responsabilidades a respeito da segurança das instituições de ensino, quando os pedagogos deverão aprender a lidar com situações inusitadas de insegurança em sua instituição de ensino, o que denderá das políticas educacionais ser aprimoradas pelo MEC e respectivas secretarias de ensino.

O quinto passo deverá ocorrer simultaneamente ao quarto, sendo dirigido ao curriculo de formação do educando, com estímulos a conduzir a criança, desde a pré-escola, a estar consciente de sua função presente e futura na sociedade, o que irá requerer que este pequeno aprendiz, esteja preocupado em zelar pelo social, como com seu bem estar próprio.

E por último, o sexto passo, não esquecer de manter o constante contato com os batalhões escolares, e com eles, perpetuar uma agradável parceria de cumplicidade no trato da manutenção da segurança nas escolas.

Posted by admin On Abril - 8 - 2011 noticias Visitado 397 vezes

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